Há filmes que chegam ao grande ecrã para mudar o rumo de uma saga. E há outros que chegam quase como uma visita muito bem-vinda: confortáveis, cheios de carinho pelo que já existe, mas sem grande vontade de abanar o universo.
Há filmes que tentam contar a história de uma lenda. E depois há filmes que tentam capturar a presença dessa lenda. Michael (2026) vive exatamente nesse território estranho entre a homenagem, a reconstrução e a controvérsia.